2017-05-06T20:30:00.000Z
Concerto de Aniversário
Sáb
06
Maio
20:30
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Sala Principal

Classificação etária

Maiores de 6 anos

Duração aproximada

2h sem intervalo

Abertura de portas

20h30

Bilhetes

Cadeiras de Orquestra 30€

1ª Plateia 25€

2ª Plateia 22,50€

Tribuna 25€

Camarotes 1ª (6 lugares) 135€

Frisas (6 lugares) 120€

Balcão Popular 20€

Galeria 15€

Geral 12,50€

Camarotes 2ª (6 lugares) 75€

Descontos

3 concertos – 33,33%
Amigos do Coliseu – 20%
< 12 e > 65 anos – 20%
Estudantes de Música – 20%
Amigos Casa da Música – 20%

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Programa:


1ª Parte
Gioacchino Rossini
Guilherme Tell, abertura em Mi menor (1829; c.12min)

Ludwig van Beethoven
Sinfonia n.º 5 em Dó menor, op. 67 (1808; c.34min)
Allegro con brio
Andante con moto
Allegro
Allegro

2ª Parte
Dmitri Chostakovitch
Sinfonia n.º 15 em Lá maior, op. 141 (1971; c.42min)
Allegretto
Adagio – Largo – Adagio – Allegretto –
Allegretto
Adagio – Allegretto


Sinopse:


Gioacchino Rossini
Pesaro, 28 de Fevereiro de 1792
Paris, 13 de Novembro de 1869

Guilherme Tell, abertura em Mi menor

A abertura da última ópera que Rossini escreveu, Guilherme Tell, tem uma interessante particularidade. Ao contrário da maior parte das aberturas, que são constituídas por um conjunto de temas da ópera, uma espécie de apresentação do drama, a Abertura de Guilherme Tell é absolutamente original e independente da ópera, constituindo, por si só, um poema sinfónico.
A abertura divide-se em quatro partes, terminando com um dos trechos mais famosos de toda a história da música. Um Andante, extremamente melódico, abre a partitura dando proeminência a um intenso solo de violoncelos. Este ambiente de grande lirismo é pontualmente interrompido pelo rufar dos timbales, um recurso inquietante na dramaturgia. O anúncio de uma tempestade domina a segunda secção, na qual a fúria do vento é ilustrada em escalas descendentes de acentuado pendor cromático.
Um solo de corne inglês, seguido por uma resposta imitativa na flauta, marca o carácter pastoral da terceira secção, conhecida como o canto dos vaqueiros suíços. O diálogo entre estes dois instrumentos, na tonalidade maior, pleno de luminosidade e acompanhado por pizzicatos nas cordas, proporciona uma atmosfera idílica de romance.
Mesmo conhecendo bem a obra, a transição deste momento nostálgico para a secção final, anunciada por um toque de trompetes, causa sempre um efeito de surpresa. A energia estonteante do ritmo de marcha, com acentuações naturais no tempo forte do compasso binário, sugere uma cavalgada que tem servido de estímulo às mais diversas extrapolações sobre o significado deste tema. A entrada dos metais funciona como uma mini-abertura à secção. O tema, propriamente dito, é anunciado pelos violinos e clarinetes, constituindo uma melodia que todos conhecemos pelas mais diversas adaptações.
A ópera Guilherme Tell foi estreada em Paris em 1829 e constituiu, desde a sua estreia, um enorme êxito.


Dmitri Chostakovitch
São Petersburgo, 25 de Setembro de 1906
Moscovo, 9 de Agosto de 1975

Sinfonia n.º 15 em Lá maior, op. 141

A música de Chostakovitch, principalmente no caso das sinfonias e dos quartetos de cordas, é frequentemente autobiográfica. Aspectos do quotidiano, muito frequentemente a guerra ou a perseguição política do regime soviético, bem como a morte de amigos ou factos da sua vida pessoal, encontram expressão nas suas partituras.
O caso da Sinfonia n.º 15 é particularmente interessante de analisar pois reflecte, nos seus quatro andamentos, o percurso de vida do compositor. O aspecto mais intrigante deste auto-retrato é, talvez, a inclusão de diversas citações de obras de outros compositores como forma de ilustrar sentimentos em relação a momentos específicos da vida de Chostakovitch.
Comecemos pelo princípio: o tilintar dos sinos (campanelli). Depressa a nossa imaginação pensa num abrir de porta. É, de acordo com o compositor, “o mundo mágico de uma loja de brinquedos durante a noite”. Depois, ao ritmo de uma marcha, somos levados por um solo da flauta, acompanhada pelos pizzicatos das cordas, ao universo da infância. Quando se junta um fagote ao diálogo, entramos no mundo da polifonia, ou seja, de diversas personagens em jogo. Aqui, a ideia de uma marcha de bonecos que ganham vida própria é reforçada pela própria instrumentação, muito particularmente no solo do xilofone. Mas a surpresa da música surge com a marcha de Guilherme Tell, da célebre abertura de Rossini, sugerindo-nos mesmo a presença de um herói ou as brincadeiras de infância de Chostakovitch. Este tema vai lentamente contaminando a escrita do andamento e o seu motivo rítmico alastra a diversos instrumentos num desenvolvimento genial.
Na parte central do andamento, gera-se um ritmo um pouco frenético, quase à beira da ruptura, marcado por fortes pancadas no bombo e na caixa. Nas partes mais fragmentadas, há um sentido de ironia tão apurado que pertence mais a um olhar distante sobre a infância do que a um sentimento próprio de uma criança. E é por esta razão que alguns autores propõem a seguinte teoria: Guilherme Tell é um símbolo de luta contra o regime. Foi forçado pelo invasor a acertar com uma flecha numa maçã colocada sobre a cabeça do próprio filho. Consegue a proeza mas é, depois, feito prisioneiro. No final, acaba por matar o invasor com a mesma flecha. Façam-se, aqui, as leituras que se entender, de acordo com o contexto ditatorial em que Chostakovitch viveu.
O segundo andamento tem início com um coral tocado pelos metais. O ambiente ligeiramente sombrio é muito mais sério, sem contudo se perceber imediatamente um sentimento específico. O solo de violoncelo que se segue, extremamente expressivo na sua progressão do registo grave para o agudo, resulta de uma série dodecafónica (percorre as 12 notas da escala cromática). Este andamento é profícuo em solos, merecendo destaque a participação do violino e do trombone. A nostalgia reinante é muito característica das obras tardias de Chostakovitch e, neste contexto, sugere uma perda da inocência pela tomada de consciência do mundo real.
No entanto, há algumas referências a obras do próprio Chostakovitch que sugerem novas alusões camufladas ao regime. As mais significativas são proporcionadas pelos glissandos dos trombones, reminiscentes da Lady MacBeth do Distrito de Mtensk, uma ópera banida pelas autoridades.
O terceiro andamento tem a função e carácter de um Scherzo. A ironia é reinante desde o solo inicial do clarinete, uma vez mais numa série dodecafónica. Por vezes, o motivo rítmico de Guilherme Tell parece regressar, principalmente nos metais, mas nunca acontece verdadeiramente. Há diversas semelhanças com o primeiro andamento ao nível da instrumentação. A breve conclusão com as percussões evoca a Quarta Sinfonia de Chostakovitch, uma obra “proibida” banida do repertório pelas autoridades durante várias décadas.
O andamento final começa com uma citação do “tema do destino”, de Wagner (do ciclo O Anel do Nibelungo), o qual escutamos por três vezes nos metais, ligado a uma célula rítmica similar à da marcha fúnebre de Siegfried. Depois, surge o tema de Chostakovitch no solo do violino, magistralmente acompanhado em pizzicatos, dando origem a uma dança despreocupada mas com o traço de ironia sempre presente. As suas primeiras notas remetem para o início do Prelúdio à ópera Tristão e Isolda. Um rasgo de génio tem lugar já perto do final, quando este tema sofre uma ligeira mutação numa alusão ao fim da vida do próprio compositor. Curiosamente, Chostakovitch encerra a partitura com um toque, apenas um, de sinos (campanelli), os mesmos que iniciaram a história.
É importante referir que as séries dodecafónicas não são utilizadas de acordo com as técnicas seriais, que se expandiriam a toda a partitura, mas apenas na construção de certas melodias, de uma forma linear. Sobre as citações das obras de outros autores, Chostakovitch disse: “Não sei por que razão as utilizei, mas senti que não podia deixar o fazer.”
A Sinfonia n.º 15 foi estreada pelo filho do compositor, Maxim, a 8 de Janeiro de 1972, em Moscovo.


Ludwig van Beethoven
Bona, 16 de Dezembro de 1770
Viena, 26 de Março de 1827

Sinfonia n.º 5 em Dó menor, op. 67

A Quinta Sinfonia de Beethoven tem aquele que é, talvez, o mais conhecido motivo de todo o repertório sinfónico. Foi descrito de inúmeras maneiras; desde a célebre imagem do destino a bater à porta, atribuída a um comentário do próprio Beethoven mas cuja autenticidade não se confirma, à associação com um ser implacável, o choro da súplica pelo perdão e sua consequente recusa, ou o confronto entre duas forças ocultas. Não importa qual a associação feita, é irrefutável o seu impacto dramático.
Beethoven começou a trabalhar nesta sinfonia imediatamente a seguir à estreia da Eroica, o que nos remete para o início do século XIX. Foi uma fase tremendamente trágica na vida do compositor pois foi quando tomou consciência da gravidade da surdez que o atacava. Muitas vezes associamos Beethoven a um homem de mau génio, impetuoso. Numa sua carta escrita a Wegeler ficamos a perceber um pouco melhor a razão da sua inaptidão social. “Devo confessar que tenho uma vida miserável. Há cerca de dois anos deixei de frequentar qualquer acontecimento social, apenas porque acho impossível dizer às pessoas: ‘estou surdo’. Se tivesse uma outra qualquer profissão seria mais fácil, mas isto na minha profissão é uma terrível deficiência. E quanto aos meus inimigos, que tenho em número considerável, que diriam eles?
Não é necessária grande imaginação para ver como Beethoven se tornaria um alvo fácil. A associação da sua surdez à música que escrevia seria, na verdade, o gáudio para todos os que o criticavam pela negativa. Este tema da sua vida pessoal é aqui referido para contrariar algumas das teorias que apontam esta sinfonia como um exemplo do homem violento e anti-social que seria Beethoven, e que não têm qualquer sustentabilidade.
A Quinta Sinfonia resultou de longos anos de amadurecimento. Foi estreada a 22 de Dezembro de 1808, em Viena, num concerto dirigido pelo compositor e o primeiro integralmente preenchido por obras suas. Este facto merece particular relevo pois eram raríssimos os concertos com obras de um só compositor, com excepção de oratórias ou óperas. A reacção do público foi normal, sem grande entusiasmo nem sinais óbvios de repulsa. De acordo com um biógrafo de Beethoven, “espanto” talvez seja a melhor palavra para descrever a reacção desse público.
Para além do original e apelativo motivo que abre o primeiro andamento, três notas muito breves seguidas de uma longa, há algo de genial na maneira como elabora o discurso musical dentro dos moldes da forma-sonata. Um dos ‘segredos’ é, por certo, a orquestração. Num tema todo ele de carácter militar, Beethoven vem juntar trombones e fagotes com um inesperado piccolo. Depois, desenvolveu o motivo com uma consistência de ferro, fazendo dele o contra-motivo do segundo tema e dividindo a estrutura em quatro partes iguais.
O Andante con moto é uma série de variações a dois temas sucessivos e de carácter melancólico. O primeiro é um pouco mais elegante, como uma dança interrompida por uma interrogação à qual responde o segundo tema mais solene.
O terceiro andamento é um Scherzo dividido em três partes. O início é sério e sem qualquer rasgo de brincadeira. O segundo tema retoma o motivo rítmico do primeiro andamento na entrada das trompas em fortissimo. A terceira parte é a que se parece mais com um Scherzo, um estilo fugato que dentro dos moldes clássicos vem ocupar o lugar do Trio. O terceiro andamento acaba com um crescendo em transição directa para o bem conhecido tema do Finale.
O Allegro em Dó maior anuncia uma nova esperança reafirmada num crescendo de optimismo e grandiosidade. No desenvolvimento, num momento de maior serenidade, o tema do terceiro andamento é revisitado até que regressa o tom festivo que vai concluir o andamento com uma coda de grandes dimensões. São vários os momentos em que Beethoven antecipa a conclusão da sinfonia mas não a termina. Novas ideias de orquestração com base no tema em Dó maior são apresentadas, até que os acordes finais são definitivos e libertam o ouvinte da grande tensão que toda a sinfonia propicia.

Rui Pereira



Martin André direcção musical

Depois de estudar violino e piano na Yehudi Menuhin School, Martin André prosseguiu os estudos musicais na Universidade de Cambridge e estreou-se profissionalmente a dirigir Aida na Ópera Nacional de Gales, em 1982. Recentemente comemorou 30 anos de uma carreira desenvolvida em teatros de ópera e salas de concerto de todo o mundo.
Martin André tem um repertório de ópera vasto, mas é particularmente conhecido pelas suas interpretações de Janáček, Verdi e Mozart. É um dos raros maestros que dirigiu todas as principais companhias de ópera britânicas, apresentado obras como Un ballo in maschera (Royal Opera House) e as estreias britânicas de Cornet Christoph Rilke de Matthus e The Makropoulus Case (Glyndebourne Touring Opera). Dirigiu ainda obras de Prokofieff e Mozart, e ainda a estreia mundial de Bakxai de John Buller na English National Opera. Ao longo da última década aprofundou a relação com a Opera North, com óperas de Martinů, Falla, Rachmaninoff, Puccini, Verdi, Gounod e Janáček. Em 2000 dirigiu uma transmissão em directo de As Bodas de Fígaro para a BBC. Com a Garsington Opera, dirigiu óperas de Stravinski, Martinů, Mozart e Humperdinck. Foi Director Musical da English Touring Opera entre 1993 e 1996.
A sua carreira internacional começou em 1986, com a estreia norte-americana de Da Casa dos Mortos de Janáček para a Ópera de Vancouver. Nos Estados Unidos da América estreou-se a dirigir Carmen para a Ópera de Seattle. Tem trabalhado regularmente em países como Áustria, Canadá, República Checa, Dinamarca, Alemanha, Holanda, Israel, Itália, Nova Zelândia, Portugal, África do Sul e EUA. No domínio da música sinfónica, o seu repertório é também extenso e variado, destacando-se particularmente as obras de Mozart, Nielsen, Chostakovitch e Tchaikovski. Desenvolve relações especialmente duradouras com a Sinfónica de Limburgo (Holanda), Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música e Collegium Musicum Bergen (Noruega).
Martin André tem um interesse particular em ajudar a nova geração de músicos. Tem uma relação próxima com o Royal College of Music (Londres) desde 2000, onde criou um Programa de Treino de Repertório Orquestral. Em 2006, fundou a orquestra portuguesa de jovens Momentum Perpetuum, que dirigiu durante cinco anos e com a qual fez uma digressão a Itália.
Entre 2010 e 2013, foi Director Artístico do Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa. Para além das funções executivas, dirigiu várias produções entre as quais uma trilogia de La traviata, Il trovatore e Rigoletto para comemorar o Bicentenário de Verdi em 2013. Com a Orquestra Sinfónica Portuguesa (integrada no São Carlos), dirigiu a integral das Sinfonias de Mozart e grandes obras sinfónicas e corais de Bruckner, Janáček, Sibelius, Strauss e Tchaikovski, entre outros.
Após o contrato em Lisboa, desenvolveu dois grandes projectos na Dinamarca com as óperas Lucia di Lammermoor e L’amico Fritz para a Den Jyske Opera, com cinco diferentes orquestras dinamarquesas em digressões nacionais. Estreou-se com a Sinfónica da BBC e os BBC Singers, apresentando a estreia mundial de A Christmas Carol de Neil Brand. Dirigiu também a Orquestra Sinfónica de Banguecoque.
Em 2017 regressa ao Teatro de São Carlos para dirigir as óperas Der Zwerg de Zemlinsky e I pagliacci de Leoncavallo, num espectáculo duplo encenado por Nicola Raab. No Royal Northern College em Manchester apresenta Cendrillon de Massenet, uma das suas obras preferidas, com encenação de Olivia Fuchs. Em concerto, regressa à Madeira e Porto e interpreta Brahms e Chostakovitch com a Sinfónica de Sonderjyllands.


Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
Baldur Brönnimann maestro titular
Leopold Hager maestro convidado principal

A Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música tem sido dirigida por reputados maestros, de entre os quais se destacam Olari Elts, Peter Eötvös, Heinz Holliger, Elihau Inbal, Michail Jurowski, Christoph König (maestro titular no período 2009-2014), Reinbert de Leeuw, Andris Nelsons, Vasily Petrenko, Emilio Pomàrico, Peter Rundel, Michael Sanderling, Vassily Sinaisky, Tugan Sokhiev, John Storgårds, Joseph Swensen, Ilan Volkov, Antoni Wit, Takuo Yuasa e Lothar Zagrosek. Entre os solistas que têm colaborado com a orquestra constam os nomes de Pierre-Laurent Aimard, Jean-Efflam Bavouzet, Pedro Burmester, Joyce Didonato, Alban Gerhardt, Natalia Gutman, Viviane Hagner, Alina Ibragimova, Steven Isserlis, Kim Kashkashian, Christian Lindberg, Felicity Lott, António Meneses, Midori, Truls Mørk, Kristine Opolais, Lise de la Salle, Benjamin Schmid, Simon Trpčeski, Thomas Zehetmair ou o Quarteto Arditti. Diversos compositores trabalharam também com a orquestra, no âmbito das suas residências artísticas na Casa da Música, destacando-se os nomes de Emmanuel Nunes, Jonathan Harvey, Kaija Saariaho, Magnus Lindberg, Pascal Dusapin, Luca Francesconi, Unsuk Chin, Peter Eötvös, Helmut Lachenmann, George Aperghis e Heinz Holliger, a que se junta em 2017 o compositor britânico Harrison Birtwistle.
A Orquestra tem vindo a incrementar as actuações fora de portas. Nas últimas temporadas apresentou-se nas mais prestigiadas salas de concerto de Viena, Estrasburgo, Luxemburgo, Antuérpia, Roterdão, Valladolid, Madrid, Santiago de Compostela e Brasil, e ainda no Auditório Gulbenkian.
As temporadas recentes da Orquestra foram marcadas pela interpretação das integrais das Sinfonias de Mahler e Prokofieff e dos Concertos para piano e orquestra de Beethoven e Rachmaninoff. Em 2011, o álbum “Follow the Songlines” ganhou a categoria de Jazz dos prestigiados prémios Victoires de la musique, em França. Em 2013 foram editados os concertos para piano de Lopes-Graça, pela Naxos, e o disco com obras de Pascal Dusapin foi Escolha dos Críticos na revista Gramophone. Em 2014 surgiu o CD monográfico de Luca Francesconi, seguindo-se em 2015 um disco com obras de Unsuk Chin, ambos com gravações ao vivo na Casa da Música. Na temporada de 2017, a Orquestra apresenta a integral das Sinfonias de Brahms e obras-chave como o Requiem de Mozart, War Requiem de Britten, Earth Dances de Harrison Birtwistle e Via Sacra de James Dillon, além das estreias nacionais de encomendas da Casa da Música a Magnus Lindberg e Pascal Dusapin.
A origem da Orquestra remonta a 1947, ano em que foi constituída a Orquestra Sinfónica do Conservatório de Música do Porto, que desde então passou por diversas designações. Engloba um número permanente de 94 instrumentistas, o que lhe permite executar todo o repertório sinfónico desde o Classicismo ao Século XXI. É parte integrante da Fundação Casa da Música desde Julho de 2006.


Intervenientes:

Constituição Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música

Violino I
Zofia Wóycicka
Afonso Fesch*
Radu Ungureanu
Evandra Gonçalves
Tünde Hadadi
Emília Vanguelova
Maria Kagan
Vladimir Grinman
Roumiana Badeva
Ianina Khmelik
José Despujols
Tiago Moreira**
Vadim Feldblioum
Alan Guimarães
Andras Burai
Gabriela Peixoto**

Violino II
Nancy Frederick
Tatiana Afanasieva
Mariana Costa
José Paulo Jesus
Lilit Davtyan
Paul Almond
Pedro Rocha
Francisco Pereira de Sousa
Domingos Lopes
José Sentieiro
Nikola Vasiljev
Vítor Teixeira
Jorman Hernandez*
Natália Ribeiro**

Viola
Mateusz Stasto
Joana Pereira
Anna Gonera
Jean Loup Lecomte
Francisco Moreira
Luís Norberto Silva
Theo Ellegiers
Emília Alves
Rute Azevedo
Biliana Chamlieva
Hazel Veitch
Francisca Moreira*

Violoncelo
Nikolai Gimaletdinov*
Feodor Kolpachnikov
Michal Kiska
Sharon Kinder
Gisela Neves
Bruno Cardoso
Aaron Choi
Hrant Yeranosyan
Raquel Andrade*
Ana Mafalda Monteiro**

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